Da tropa à Chama Crioula: coluna conta como o cavalo virou símbolo cultural
Segundo capítulo da série de Airto Timm, presidente da ORCAV, mostra as cavalgadas como instrumento de preservação cultural.
O MTG publicou o segundo capítulo da série sobre a história das cavalgadas gaúchas, assinado por Airto Timm, presidente da ORCAV e Conselheiro Benemérito. O texto parte da necessidade de deslocamento na vida campeira, que virou tradição, e mostra como o cavalo deixou de ser instrumento de trabalho para se tornar símbolo cultural de um povo.
Mais que deslocamento
Para o autor, as cavalgadas vão além do simples percurso: são ocasiões para celebrar costumes, preservar memórias e reforçar o sentimento de pertencimento às raízes gaúchas. O texto cita o surgimento de inúmeras cavalgadas históricas, culturais e religiosas no Rio Grande do Sul.
O papel dos CTGs
A coluna afirma que o MTG reconheceu cedo a importância dessas manifestações, e que CTGs, piquetes e entidades tradicionalistas fizeram das cavalgadas instrumentos de preservação cultural, aproximando a juventude dos costumes do campo. O próximo capítulo tratará da Chama Crioula e das cavalgadas atuais.
Fonte: MTG-RS
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